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UN NEWS PORTUGUESE EDITION
DADOS UNICEF

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Ações do UNICEF: Uma agência preocupada com as crianças, os adolescentes e sua mãe. Educação Para a Paz Mundial

RETROSPECTIVA UNICEF

1946
O UNICEF foi fundado no dia 11 de Dezembro de 1946, fruto de decisão unânime, durante a primeira sessão da Assembléia Geral das Nações Unidas.Os primeiros programas do UNICEF forneceram assistência emergencial a milhões de crianças no período pós guerra na Europa, no Oriente Médio e na China.

1948
VACINAÇÃO DE BCG
O UNICEF aliou-se às Sociedades Escandinavas da Cruz Vermelha,numa campanha para o combate à tuberculose.

1950
MUDANÇA
Com a reconstrução da europa, alguns países decidiram que estava a cumprida a missão do UNICEF. As nações mais pobres argumentaram, no entanto, que as Nações Unidas não podiam ignorar as crianças ameaçadas pela fome e pela doença em outros países. A Assembléia Geral então, prorrogou o mandato do UNICEF.

1950
UNICEF NO BRASIL
Foi instalado o primeiro escritório do UNICEF no Brasil, em João Pessoa, PB. O Primeiro acordo assinado com o governo brasileiro representava um gasto anual de US$470 mil, destinados a iniciativas de proteção saúde da criança e da gestante no Ceará, Paraíba, Piauí e Rio Grande do Norte.

1953
UNICEF CONSOLIDADO
O UNICEF aliou-se à Organização Mundial de Saúde ( OMS ) em uma campanha mundial pela erradicação da malária, então principal principal causa de crianças. A campanha salvou muitas vidas, mas não alcançou sweu objetivo.


1958
Cartões que Salvam Vidas.
Dez anos após ter sido produzido o primeiro Cartão de Saudações do UNICEF, a venda de cartões alcançou 10 milhões de exemplares.

1959
A Declaração dos Direitos
da Criança
A Assembléia Geral das Nações Unidas adotou a Declaração dos Direitos da Criança, precursora da Convenção sobre os Direitos da Criança.

1960
10 Anos de Brasil
Nos 10 primeiros anos de Brasil, o UNICEF manteve como prioridade a alimentação complementar por meio da distribuição de leite em pó. Apoiava, ainda, vários projetos governamentais nos campos da saúde, nutrição e educação, auxiliando na expansão dos serviços maternos-infantis e no treinamento do pessoal técnico.

1965
Prêmio Nobel da Paz
O UNICEF recebeu o Prêmio Nobel da Paz, em Oslo, Noruega. " Mesmo a pessoa mais relutante tende admitir que o UNICEF provou, em ações, que a paixão não conhece limites. A ajuda é prestada a todas as crianças, sem qualquer distinção de raça, credo, nacionalidade ou convicção política", dizia a Menção. Em sua fala de agradecimento , Henry R. Labouisse, então Diretor Executivo do UNICEF, ressaltou: " O significado deste importante Prêmio Nobel é o reconhecimento de que o bem-estar da criança hoje está inseparávelmente ligado a paz do mundo amanhã".

1971
Favelas
O UNICEF começou a se preocupar com as péssimas condições de vida das crianças das favelas que proliferavam nas Cidades do Terceiro Mundo. Os aspectos preventivos e sociais dos atendimento à criança começavam a ser enfatizados na Escola e em outros cursos de formação de médicos.

1971/1973
Águas
O UNiCEF envolveu-se decididamento com o problema do fornecimento de água potável em muitos países, no intuito de melhorar a saúde infantil e proporcionar melhores condições de trabalho para as mulheres.

1976
A Estratégias dos Serviços Básicos
A crise econômica de muitos países estimulou o surgimento de novos conceitos a respeito dos serviços das crianças. O UNICEF elaborou uma estratégia para ajudar a mobilizar os recursos em nível comunitário em setores como saúde, nutrição, educação e promoção da mulher.
1979
Ano Internacional
Da Criança
O Ano Internacional da Criança chamou a atenção do mundo para as necessidades da criança, e a Assembléia Geral das Nações Unidas designou o UNICEF como a Agência das Nações Unidas responsável pela coordenação das atividades do Ano.

1979
Política Nacional
Em Favor da Infância
No Brasil, a análise da situação da infância levou ao reconhecimento de que as políticas em favor da infância e da juventude deviam integrar o planejamento econômico e social do País, com ênfase nos programas preventivos. Reconheceu-se, também, a necessidade de haver um orçamento substancial para a cobertura nacional dos serviços básicos, com atenção especial para o saneamento.

1980
Aliviando o Fardo
da Mulher
Em meados da Década Internacional da Mulher ( 1975 - 1985 ), o UNICEF decidiu dar maior ênfase às atividades geradoras de renda para a mulher, como estímulo ao seu crescente papel de chefes de família.

1981
Código para o
Aleitamento Materno
Alarmada com o declínio da prática do aleitamento materno, a Assembléia Geral da Saúde adotou um código, elaborado pela OMS e pelo UNICEF, no qual se conclama o fim da publicidade que induza à utilização de alimentos artificiais para as crianças até os seis meses de idade, assim como outras práticas que possam desencorajar o aleitamento materno.

1982
Revolução pela
Sobrevivência
O UNICEF lançou a " resolução pela sobrevivência e pelo desenvolvimento da criança", para reduzir as altas taxas de mortalidade registradas então, por meio de técnicas como promoção do aleitamentamneto materno, imunização e terapia da reidratação oral (TRO)

1985
IMUNIZAÇÃO UNIVERSAL
A Assembléia Geral, por ocasião do 40º aniversario das Nações Unidas, endossou a meta do UNICEF e da OMS de atingir até 1990 a imunização infantil universal contra a difeteria, a coqueluche, o tétano, o sarampo, a poliomelite e a tuberculose.
O UNICEF no Brasil aliou-se aos esforços que vinham sendo desenvolvidos e, por meio de uma gigantesca campanha de mobilização nacional que vem se repetindo por vários anos. O Governo, grupos religiosos, empresas privadas e públicas conseguiram reduzir drásticamente os índices de mortalidade infantil.

1988
DIREITOS DAS CRIANÇAS:
O BRASIL SE ANTECIPA
Numa feliz oportunidade histórica, o Brasil incorporou na sua Constituição,no artigo 227,o conteúdo da Convenção sobre os Diureitos da Criança, que viria a ser aprovada pela ONU em 1989.
é dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente,com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissional;ização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão".

1989
CARTA MAGNA DA CRIANÇA
A Assembleéia Geral; das Nações Unidas adotou a Convenção dos direitos da Criança - Carta Magna para as Crianças de todo o mundo, e no ano seguinte, o documento foi oficializado como lei internacional

1990
ENCONTRO MUNDIAL DE CÚPULA PELA CRIANÇAS
As questões relativas à criança alcançaram o ponto mais alto da agenda internacional no Encontro Mundial de Cúpula pela Criança , ralizado em Nova Iorque, onde representantes de mais de 150 países,incluindo 71 Chefes de Estado ou Governo, assumiram um extraordinário compromisso em favor da sobrevivência e do desenvovimento infantil. Endossaram uma Declaração Mundial e um Plano de Ação que incluem 7 metas principais e mais 20 metas de apoio em favor da criança a serem atingidas até o ano 2000.

1990
O ESTATUTO
O Brasil aprovou o Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA e regulamentou de vez os Direitos da criança e do Adolescente. O conteúdo do Estatuto está em perfeita consonância com a Convenção adotada pelas Nações Unidas, que retrata o consenso mundial.

1991
PACTO PELA INFÂNCIA
Foi criado no Brasil um movimento denominado " Pacto pela Infância, que contou com a adesão de mais de 100 representantes da sociedade civil organizada e de instituições públicas, culminando com a Primeira Reunão de Governadores do Estado.

1992
ENCONTRO DE GOVERNADORES PELA CRIANÇA
Em 20 de Maio, reuniram-se em Brasília, DF, os governadores de 24 estados e do Distrito Federal para debater a situação da criança e assinar uma Declaração de Compromissos com 4 pontos básicos: Saúde, Ensino Fundamental; combate a todas as formas de violência contra a criança; cumprimento das metas estabelecidas na Cúpula Mundial pela Infância.

1992
RENATO ARAGÃO, O DIDI TRAPALHÃO, VIRA EMBAIXADOR
Renato Aragão, o Didi, finalmente conseguiu conciliar a sua agitada vida artística à função de Representante Espeial do UNICEF para as Crianças Brasileiras e aceitou assumir a função que exerce até hoje.
O Embaixador do UNICEF tem a missão de representá-lo junto às crianças brasileiras e participa de campanhas em todo o País.

1995
DANIELA MERCURY
NOVA EMBAIXADORA
No dia 11 de Outubro de 1995 Daniela Mercury foi nomeada Representante Especial do UNICEF para as Crianças Brasileiras e passou a exercer a função junto com Renato Aragão.

1995
PLANOS DE AÇÃO PELA CRIANÇA
Mais de 100 países adotam planos de ação para atingir as metas do Encontro Mundial de Cúpula pela Criança e a Convenção sobre os Direitos da Criança, que foi ratificada por 179 países até Setembro de 1995. É a convenção sobre direitos humanos mais rapidamente aceita em toda a história, estando próxima da ratificação universal.

UNICEF ATUALMENTE
O UNICEF tem caráter semi-autonomo, com Junta Executiva e Secretariado próprios. A Junta Executiva é composta de 41 representantes de países membros da ONU, que se reunem uma vez por ano para estabelecer as políticas do UNICEF, examionar os programas e aprovar os acordos de cooperação assinados com 161 países em desenvolvimento, apoiando os governos e organizações não governamentais nos seus esforços para atender crianças, adolescentes e mães.

ORÇAMENTO
O orçamento do UNICEF provém inteiramente de contribuições voluntárias dos governos, de organismos não intergovernamentais e de indivíduos.Parte dos recursos resulta da operação de venda de cartões e produtos e de campanhas promovidas pelos meios de comunicação.

CRIANÇA PRIORIDADE NACIONAL
É o lema que sintetiza a estratégia de ação adotada pela UNICEF no Brasil e o título do Programa de Cooperação assinado com o Governo Brasileiro, em sintonia com a Constituição. o UNICEF mantém acordos de cooperação técnica e financeira com organismos governamentais e não governamentais que lutam contra todas as formas de violência a criança, o adolescente e a mulher.

COMO O UNICEF COOPERA HOJE COM O BRASIL
O UNICEF,hoje, apóia pesquisas,levantamentos e a divulgação de dados e informações sobre a situação sócio-econômica das crianças e mães brasileiras. Apóia técnica e financeiramente programas e projetos concretos que atendam as necessidades da criança, do adolescente e da mulher nas áreas de saúde, nutrição, educação, meio ambiente, assistencia à crianças e adolescentes em circunstancias especialmente difíceis e geração de renda.


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