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UN NEWS PORTUGUESE EDITION
PANTERA

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A VITÓRIA POR MEIO DA EDUCAÇÃO PARA A PAZ *

Pantera nocauteia o destino

Ex delinquente, com 13 passagens pela FEBEM, um Centro de Recuperação para deliquentes juvenis, é uma das maiores promessas do Box Brasileiro. Ânderson Clayton tem cinco vitórias por nocaute em cinco lutas.

Cinco lutas, com cinco nocautes já no primeiro assalto. O Cartel desse Médio-Ligeiro, Ânderson "PANTERA" Clayton, de 22 anos, impressiona. Mas não tanto como um outro número que faz parte de sua história. Por causa de roubos, formação de quadrilha e brigas, o rapaz passou 13 vezes pela Febem, instituição cujo nome virou sinônimo de escola do crime

O boxeador conseguiu assimilar esses golpes da vida, escapou da morte, da cadeia e das drogas, destinos comuns a grande parte de seus ex-colegas, e está na luta.

O pugilista se prepara agora para disputar o cinturão de campeão paulista profissional de sua categoria, no dia 16. O adversário não foi definido ainda. Reconhecendo a ótima fase de Clayton, o detentor do título resolveu deixá-lo vago

O combustível que move Ânderson sempre foi o pensamento de quem "não tem nada a perder". Aquilo que ele chama de "a revolta" começou muito cedo. A casa em que morava foi incendiada por bandidos quando ele tinha dois anos, por bandidos que vingaram por terem sofrido o que consideraram uma humilhação. Eles haviam sido rechaçados ao tentar assaltar a casa, por uma mulher armada com uma garrucha: a mãe de Clayton. Sem condições de criar o filho, ela resolveu deixá-lo em um orfanato.

APRENDENDO A BATER
O menino só foi deixar a instituição aos 13 anos. Logo começou a roubar, e a frequentar várias unidades da Febem: Tatuapé, Imigrantes, Batatais, Ribeirão Preto... O Pantera aprendeu a bater há muito tempo, tanto que nem lembra. "Eu apanhava muito na Febem, sem saber por quê.

Lá a gente começa a pensar em roubar, matar e a fazer o diabo". Comecei a ganhar respeito porque batia muito. Era só olharem para mim e eu já estava brigando".

Anderson chegava a enfrentar sózinho grupos de dez inimigos, às vezes armados com pedaços de pau ou até facas. Em uma dessas opor "performances"chamou a atenção de um dos educadores da Febem. "Naquele dia, bati em um cara bem mais alto do que eu", lembra o pugilista que tem 1,68 m." Dei um jeito de agarrar as pernas dele e jogá-lo no chão".

Depois, esse educador, o Édson Campeão veio falar comigo. Perguntou se eu não queria lutar box. Eu nem sabia o que era isso. Nem imaginava o que era Mike Tyson ou Maguila. Mas o Edson me mostrou um monte de fitas e comecei a me interessar. O que mais gostei foi o Tyson, a minha grande inspiração".

Assim que ganhou a liberdade, Ânderson foi morar com a mãe, uma empregada doméstica, e procurou o centro Olímpico, no Ibirapuera, para aprender Boxe. Depois foi para a Academia Evangélica Coliseu Boxe Center, na cidade de Guarulhos, onde aprendeu a Palavra de Deus.

Como amador, conquistou os títulos do Luvas de Ouro e do Torneio Estímulo. Chamado de "Tyson em miniatura"pelo presidente da Federação Paulista de Boxe, Newton Campos, o nocauteador já sonha com títulomundial e dinheiro, mas não teme ser tentado a voltar ao crime se a carreira nos ringues não der certo. "vou trabalhar. Não preciso ser campeão no box. Já venci na vida, sentencia.

* Matéria publicada no Diário de São Paulo de 07 de Outubro de 2001, de autoria do jornalista Alessandro Luccheti.

PERFIL DE UM EDUCANDO PARA A PAZ MUNDIAL

Ânderson Clayton treina, mora e se alimenta na Academia Coliseu Boxe center, na Cidade de Guarulhos. Ecessão no Boxe Brasileiro, em que carreiras de amadores costumam ser longas, o médio-ligeiro profissionalizou-se aos 22 anos, e já fez cinco lutas em tres meses. O pantera, que já viveu da venda de ferro velho e de papelão, recebe `R$ 800 reais da academia por mês, e ganhou também o apoio da Portuguesa de Desportos. Como dinheiro, o boxeador consegue ajudar sua mãe, que mora em Guarulhos, e ainda faz uma poupança como objetivo de comprar um terreno na Cidade.

O estilo agressivo de lutar valeu ao pugilista um convite para gravar um clipling da música "Porque será?", com a banda carioca de rock Tihuana.

O boxeador orgulha-se de sua trajetória, mas não quer parar onde está: "- Já fiz muita coisa errada, cheguei até a trocar tiro com a polícia. Mas consegui me recuperar. No meio de um milhão de meninos que vão para a Febem, somente um se regenera.Lá dentro se passa uma história que parece um filme", conta.

Este de fato é o objetivo de um Educador Para a Paz Mundial. O CIEPAM - Conselho Internacional dos Educadores para a Paz Mundial (IAEWP - International Advice of Educators for Worlde Peace) agente de açào social da IAEWP - International Association of Educators for World Peace, NGO, United Nations (ECOSOC), UNDPI, UNICEF, UNCED & UNESCO, capítulo de Guarulhos-SP-Brazil e do Consulado da First Children's Embassy in the World - Medjashi - MACEDONIA: A EDUCAÇÃO PARA A PAZ MUNDIAL.

A Academia Coliseu Box center de Guarulhos, sem sombra de dúvidas, é o agente social que cumpre com os propósitos humanitários da IAEWP, uma ONG reconhecida pela ONU como Mensageira da Paz Mundial.

Educação para a Paz Mundial, isto que a Coliseu Boxe Center de Guarulhos fez com "PANTERA", hoje um Educador Para Paz Mundial, com seu testemunho de vida. A Paz no mundo é possível, basta que eduquemos nossas crianças e adolescente para este fim.

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